"Configuração originalmente 

 

adotada  na confecção de todos os sites de O.M.: IE / Tamanho do Texto - em Navegador -: Maior / Monitor: Fonte Menor / 800 x 600 pixels / Navigator - Large Font, Monitor: Small Font. Para visualização -  supostamente ideal - é a recomendada."

 

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Adendo: se a compleição dos Notebooks foi concomitantemente agraciada por layout acima sugerido, as demais conformações que venham a deturpar (trans-formar, ex-truturar) nossas intervenções internéticas serão bem-vindas pois impreterivelmente desembocarão, através de um quase acaso, em ciberarquiteturas instigantes e perplexivas.

 

Um dos incontáveis detalhes do webdesign por nós engendrado é o que chamamos de 'zonas de legibilidade'. Planos de fundo entram em explícito contraste com textos que, somente quando movidos verticalmente, encontram específicos, delimitados espaços que, como clareiras (óculo-cognitivas), se abrem à desideriada leitura.

 

Outro trata-se da - muitas vezes - proliferação (duplicação, triplicação, ..., multiplicação...) de imagens que figuram como painéis basilares (telas) aos conteúdos de cada página. Mosaicos seriais a uma internáutica em transe.

 

Alerta! Há única exceção se nos debruçamos por sobre o elogio que fazemos ao Jouez de l'Inattendu: poderá ocorrer defectível inadequação de nosso plano-piloto devido às particularidades (leia-se imprevisíveis 'tendões-de-aquiles' ou conflitantes suportes a aplicativos & afins) dos diversos tipos de navegadores (Mozilla Firefox, Google Chrome, Netscape, Safari & Etc). Se tal suspeita existir (por excessiva esdruxularia) e venha a se confirmar (letras que mudam desavisada e vexatoriamente de proporção ou tipo; textos que funcionam com marca d'água - rolagem em tela - porém perceptível e dedutivelmente ineficientes em browser X, Y ou Z e demais casos paranormais) sugerimos que, em nome de justa satisfação empírista, haja devida (ainda que provisória) migração ao IE.

 

Apesar de todas as "contraindicações"(oriundas, geral e fundamentalistamente, da infantaria nerd de cunho xiita), optamos pelo Internet Explorer por motivações ultrademocráticas: é, por uma série de questões discutíveis, o navegador de maior uso em todo o mundo. Tomamos o rumo de mais internautas pelo mesmo meio (em comum) suportados. E: a respeito de uma configuração supostamente demodé como os 800 x 600 pixels, fontes grandes... (o que muito nos agrada visto que admiramos um estilo old fashioned em contraposição a nosso sumo estético voltado ao devir): estamos perante uma deliberada Aktion contra a miniaturização crescente da oftalmocibernética. Padecemos, aqui nA CASA DO FAUNO, de Monumentalidade!

 

{A propósito, basta observarmos as telas televisivas (e, inadiavelmente, televisivo-computadorísticas) com uma resolução cada vez de cunho multimilionário: dentre pouco tempo, somente as aves de rapina poderão delas inteiramente desfrutar (sic) pois unicamente elas possuem dispositivos fotofisiológicos para tal. De lan houses a poleiros high tech? (sic). Em nome dos limites d'Óculo Humano em seus notórios, visíveis alcances e engenharias: preferimos, nesse caso, optar pelo aprazeiramento, disponibilidade confortável aos animais racionais, que como nós: aqui estão/estarão presentes, i. é, seres de capacidade visual mediana - em se tratando de toda ecofauna. Quando o planeta Terra for habitado por super-homens (infelizmente, talvez, não pelo veio nietzschiano mas da ótica de uma demasiada avant-robotic-garde), mudaremos nossas configurações...in ictu oculi}

 

Obs.: A título de ilustração sonora de nosso wwwancoradouro; das músicas que se permitem invocar em páginas dos sítios eletrônicos de Otacílio Melgaço (como a que agora pode ser ouvida! - caso nenhum evento sonoro esteja invadindo neste exato instante seu pavilhão auricular, honorável internauta, tal fato corroborará e justificará ao cubo o conteúdo alertante e norteante dos parágrafos anteriores) algumas são de sui generis artistas escolhidos pelo próprio - servindo de homenagem aos mesmos (vide endereços em barra inferior) assim como incitando-nos a uma diversificação sonora (extramelgaciana) que acentua a webestilística de nossos transespaços virtuais. Uma das proposições de Melgaço é que suas páginas sejam abertas simultaneamente em prol do acasalamento (aleatório) das trilhas ali contidas...

 

Aos ciberviandantes que se dirigem à exclusiva face musical de Otacílio Melgaço: para ouvir suas proles discográficas, basta acionar elos (mídia) que levam aos nichos alvejados. Neles, serão encontrados seus álbuns, nomes de faixas, imagens de seus grafismos e fragmentos em mp3.

 

 

In muktiloquio non deerit stultitia,

coraçãomente;

Confrari'O M

 

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